terça-feira, 26 de abril de 2011

Soluções Tecnológicas

A Digimed é uma das principais criadoras (desenvolvedora) de soluções tecnológicas dentro do segmento de instrumentação analítica, um ramo da química analítica. A química analítica é uma tecnologia bastante recente (no início do século XIX por volta do ano 1900 se descobre o pH) se considerarmos que o ser humano descobriu o fogo na pré-história, já fazia medições de massa (peso) milhares de anos antes de Cristo e começou a estabelecer padrões de medida como o metro, e o quilograma, em meados de 1800.

Uma das principais aplicações da instrumentação analítica está direcionada para a utilização de água nas indústrias e envolve uma série de problemas técnicos que precisam ser solucionados para se evitar prejuízos nos processos de produção, seja no que tange à qualidade dos produtos obtidos nos processos, sejam os relativos a aumento de custos devido ao desgaste e manutenção ou troca de equipamentos da produção, tais como caldeiras e reatores devido a desgastes por problemas diversos, tais como incrustação.

Para entender esse fenômeno, basta imaginar o processo no qual se ferve água salobra ou mineral em uma panela. Após a evaporação de toda a água observa-se que, no fundo, há uma deposição branca, que corresponde à mistura de sais que estavam dissolvidos na água. Esta deposição chama-se incrustação.

Nos equipamentos industriais (trocadores de calor, caldeiras, torres de resfriamento), esta incrustação forma um isolamento que prejudica - quando não impede - a transmissão de calor. Como não há a adequada transmissão de calor, as paredes metálicas dos tubos ou da superfície de troca térmica são submetidas a temperaturas mais altas que as habituais, o que pode levar à sua ruptura.

Outro problema é o surgimento de corrosão, subjacente às incrustações como conseqüência de uma série de reações físico-químicas, que favorecem ainda mais o dano ao metal dos equipamentos.

Continue acompanhando...

terça-feira, 22 de março de 2011

Todas as formas conhecidas de vida precisam de água!



Apesar de tudo o que já foi escrito sobre a água, dada sua importância, acreditamos que, ainda, há muito o que dizer. Talvez, a água como necessidade básica, só perca em importância para o ar, na medida em que um ser humano resiste até alguns dias sem água, mas só resiste (se é que resiste) minutos, sem respirar.
Precisamos beber água, tomar banho, nadar e mergulhar na água, olhar para a água, acumular (entesourar?) a água.

Enfim, é um bem precioso que já motivou até guerras pela sua posse, afinal conforme sua localização ela pode ser, ainda, mais importante que qualquer outro recurso!
Nos dias atuais, quando nossa civilização avança rumo ao espaço sideral, em muitas regiões falta o essencial, sendo a água, na maioria dos casos o recurso mais crítico. O avanço industrial é outra ameaça constante para os recursos hídricos, na medida em que (muitas vezes) a exploração da água é feita de maneira desordenada e, irresponsável.

Consumida sem tratamento, provocando sérias ameaças à saúde da população e, ou usada por empresas de uma forma inadequada, gerando efluentes que não serão tratados ou são tratados indevidamente, essa água é muitas vezes devolvida ao meio ambiente sem qualquer cuidado e tratamento, comprometendo seriamente córregos, rios e mares ou, ainda, lençóis freáticos que nos devolverão, no futuro, águas com cada vez com menos qualidade.

Esse fundamental recurso terá que receber a atenção de cada governo, nação e organização para alcançar e impactar o máximo de seres humanos, no planeta, de maneira que num dado momento seja alcançado um nível de consciência adequado ao real “valor” da água, como recurso essencial que é!
Nós que trabalhamos desenvolvendo tecnologia para facilitar e melhorar os processos de tratamento de águas e efluentes, gostaríamos de poder influir na conscientização da sociedade para que o futuro traga uma condição na qual a água esteja assegurada como recurso, e bem tratada, para chegar a cada ser humano do planeta em quantidade e com a qualidade apropriada para produzir saúde, bem estar e progresso constante para toda a população da Terra.

Finalmente, nesta data tão importante, desejamos reafirmar nosso esforço em criar cada vez mais e melhores soluções para que as empresas que produzem efluentes, contem cada vez com mais facilidades para controlar seus processos de correção e tratamento dos seus efluentes, através dos equipamentos que criamos e produzimos, bem como de nossos laboratórios de análises ambientais que auxiliam na monitoração da qualidade de todos os líquidos descartados, garantindo um mínimo impacto nos preciosos mananciais que asseguram nossa sobrevivência e o próprio futuro da raça humana.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cursos Gratuitos - Você é nosso convidado!!!

Temporada de Cursos 2011
A Medida de pH

Público-Alvo:
Profissionais que atuem nos diversos segmentos da Indústria: Alimentos, Farmacêutica, Mineração, Petroquímica, Química, Saneamento, Siderurgia, Usinas de Açucar e Álcool, etc. (Engenheiros Químicos, Químicos, Profissionais da Área de Controle de Qualidade, Instrumentistas, Operadores e outros.)
Dinâmica do Curso:
Exposição dos aspectos conceituais e técnicos mediante a exposição de situações práticas e fundamentação teórica.

Programa: A MEDIDA DE pH
1- Entendendo o Conceito da Medida de pH
2- Princípio de Funcionamento dos Eletrodos
3- Limpeza e Manutenção de Eletrodos
4- Considerações Metrológicas
Inscrições: disponíveis no site: http://www.digimed.ind.br/ até 14/03/11

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

SÃO PAULO JÁ OPERA COM UM COMBUSTÍVEL MENOS POLUENTE PARA VEÍCULOS PESADOS!!!

ÓTIMA  NOTÍCIA PARA A POPULAÇÃO!!!

ÓTIMA  NOTÍCIA, TAMBÉM, PARA OS POSTOS DE COMBUSTÍVEL!!!
 O BRASIL JÁ FABRICA O DM-3P-PE2 EQUIPAMENTO PORTÁTIL PARA MEDIR A O POTENCIAL DE EXPLOSIVIDADE DO DIESEL COMBUSTÍVEL S 50 ESTOCADO, COM ALTA PRECISÃO!
O TRANSPORTE E MANEJO DO DIESEL S50 RECOMENDAM ALGUNS PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA, DADA A PRESENÇA DE CARGAS ESTÁTICAS, INDUZIDAS QUANDO O COMBUSTÍVEL É BOMBEADO PARA OS TANQUES DE ESTOCAGEM, QUANDO PASSAM POR FILTROS E REDES DE DISTRIBUIÇÃO.
DEVIDO À BAIXA CONDUTIVIDADE, AS CARGAS ESTÁTICAS NÃO SE DISSIPAM E FICAM RETIDAS POR LONGOS PERÍODOS DE TEMPO.
ESSA CONDIÇÃO PODE RESULTAR EM EXPLOSÃO E OU FOGO, POR ISSO SÃO UTILIZADOS ADITIVOS COM A CARACTERÍSTICA DE “DISSIPAÇÃO ESTÁTICA”.
Equipamento Microprocessado - Curva de referência -  Compensação de  temperatura automática -Assistência Técnica no Brasil -  Já vem c/ Calibrador Externo e Fio Terra

OUTRAS APLICAÇÕES: O DM 3P PE2 XILENO / TOLUENO - SOLVENTES QUE POSSUEM UMA CONDUTIVIDADE MUITO BAIXA, COM DIVERSAS APLICAÇÕES (ENTRE ELAS, UTILIZADOS COMO MATÉRIA PRIMA NA FABRICAÇÃO DE TINTAS) QUE TEM SEU CONTROLE DE PRODUÇÃO E QUALIDADE FAVORECIDOS E FACILITADOS PELO DM 3P PE2 .QAV - QUEROSENE DE AVIAÇÃO É OUTRO COMBUSTÍVEL EM QUE SE UTILIZA O DM 3P PE2 PARA MEDIR BAIXAS CONDUTIVIDADES, POIS ESSE COMBUSTÍVEL CONTÉM ADITIVOS NECESSÁRIOS PARA BAIXAR A CONDUTIVIDADE, TAMBÉM, COMO FORMA DE MINIMIZAR RISCOS DE EXPLOSÃO EM AERONAVES.
Maiores Informações:

Alto teor de enxofre agride a saúde


Na Europa e no Japão já se usa um diesel com 10 partes por milhão (ppm) de enxofre. Aqui no Brasil, porém, usa-se um diesel muito mais poluente.

O material particulado que sai dos caminhões, por exemplo, irrita olhos, nariz e garganta, além de provocar tosse seca e cansaço nas pessoas. E quem já sofre com doenças pulmonares e cardiovasculares corre o risco de ter infarto do miocárdio e morrer prematuramente.
Até 2008, as regiões metropolitanas tinham um diesel com 500 ppm de enxofre e, no interior, usava-se diesel com 1,8 mil ppm. Uma norma do Conama obrigava que no Brasil todo fosse oferecido o diesel 50 ppm em 2009, o que não ocorreu. Por meio de um acordo entre governos, Ministério Público, montadoras e Petrobrás, ficou decidido que o diesel mais limpo seria introduzido gradualmente.


Segundo a Petrobrás, a partir de janeiro de 2012 o diesel com 50 ppm de enxofre será distribuído em postos selecionados de todo o País - para uso nos veículos novos. E, em 2013, passará a ser fornecido o diesel com 10 ppm. Veículos produzidos até 2011 continuarão a ser abastecidos com diesel mais poluente.

Fonte: "O Estado de São Paulo"

Diesel, responde por 53% das emissões de CO2.

O diesel, usado principalmente no transporte de carga, é o combustível que mais tem colaborado para as emissões pelos escapamentos de dióxido de carbono (CO2), o principal gás de efeito estufa, no Brasil. Em 2009, o diesel respondeu por 53% das emissões do transporte rodoviário do País, seguido pela gasolina, com 26%.

Vilão. Principal combustível de caminhões e ônibus, diesel tem alta concentração de poluentes no País e agrava o efeito estufa.
O primeiro inventário nacional de emissões veiculares mostra que a grande participação desse derivado do petróleo nas emissões de gases que provocam o aquecimento global tende a se manter: em 2020, deve ser responsável por 49% das emissões de CO2.
Para reverter essa situação, especialistas que participaram da elaboração do relatório afirmam que o País não pode apenas centrar sua preocupação em substituir a gasolina pelo álcool, com os carros flex fuel. "A troca é importante, mas não resolverá o problema", diz André Ferreira, diretor-presidente do Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema), que integrou o grupo de trabalho criado pelo governo para fazer o inventário.

O álcool também emite gases-estufa, mas a cana-de-açúcar compensa parte importante dessas emissões ao absorver CO2.
O diesel tem outro problema no Brasil: possui alta concentração de enxofre, o que é bastante prejudicial para a saúde da população. Já deveria estar em uso desde 2009 no País um diesel de melhor qualidade e menos poluente, mas houve um adiamento da medida.

Segundo Ferreira, para reduzir as emissões é importante investir nos motores e em logística para melhorar a eficiência do transporte rodoviário de carga. Mas, principalmente, é preciso priorizar outros tipos de transporte, como o ferroviário.

Nos EUA, no Canadá, na Austrália e na Rússia, por exemplo, o transporte ferroviário da carga tem uma participação muito maior do que no Brasil. Na Rússia, por exemplo, o transporte de mercadorias sobre trilhos atinge 81%, contra 8% do rodoviário. Já no Brasil, 58% das cargas circulam por rodovias, enquanto 25% por ferrovias.

Expectativa. A frota do País (carros de passeio, caminhões, ônibus e motocicletas) passou de 9,3 milhões de veículos em 1980 para 38,2 milhões em 2009 - aumento de 310,7%. As emissões de CO2 do transporte rodoviário passaram de 65 milhões de toneladas para 167,1 milhões de toneladas (aumento de 156,6%).

Em 2020, a expectativa é de que a frota chegue a 48,7 milhões de veículos e o setor de transporte rodoviário emita 267,5 milhões de toneladas de CO2.
Por outro lado, é possível notar queda da emissão dos chamados "poluentes locais", como o monóxido de carbono (CO) e material particulado (MP), que pioram a qualidade do ar. Isso ocorreu por causa de decisões do Conama que exigiram inovações tecnológicas nos veículos e melhoria dos combustíveis.

O lançamento para a atmosfera do MP - mistura de poeiras e fumaça - cresceu até 1997, quando foram emitidas 69 mil toneladas do poluente. Em 2009, elas corresponderam a menos da metade do observado naquele ano.

Fonte: " O Estado de São Paulo"

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A Importância do pH (Parte I)

Apesar de estarmos no segundo milênio da era cristã (DC) há menos de 100 anos descobrimos a existência do pH e, somente em 1934, nos Estados Unidos, é desenvolvido o primeiro equipamento confiável para efetuar medidas de pH. Foi (Peter Lauritz) Sorensen, bioquímico dinamarquês, nascido em Havrebjerg a 9 de Janeiro de 1868 quem introduziu o conceito do pH e, depois, criou a escala do pH. Sörensen definiu o  pH como sendo o logaritmo (decimal) do inverso da concentração hidrogeniônica: pH = log 1/[H+]


O conceito de íon foi introduzido por Michael Faraday (1791-1867), em 1833, a partir de seus estudos de eletrólise. Em 1853, Johann W. Hittorf (1824-1914) descobriu que os íons se moviam sob a ação de uma corrente, e que isso variava de espécie para espécie. Em 1876, Friederich W. G. Kohlrausch (1840-1910) desenvolveu um novo método para determinar a condutividade, e com isso estabeleceu a lei da migração independente dos íons




Em 1875 Louis Pasteur (1822-1895), em seus estudos de fermentação, foi o primeiro a reconhecer que a acidez real é bem diferente da acidez total, pois ácidos com mesmo número de hidrogênios ionizáveis não têm necessariamente a mesma força. Daí surgiu a necessidade de medir e exprimir essa acidez em solução, pois se tratava de uma variável importante nos procedimentos biológicos e bioquímicos em geral. Isso significa que a importância e a necessidade de quantificar a acidez se estabeleceram antes do advento do pH. Contudo, antes de Sörensen, era raro um trabalho que relacionasse o andamento de uma reação química e a acidez do meio. 

. Svante Arrhenius (1859-1927) percebeu em sua teoria de dissociação eletrolítica (1887) que a lei da ação das massas podia ser aplicada às reações iônicas. Além disso, também determinou a constante de dissociação dos ácidos e das bases, relacionando a magnitude dessa dissociação com a força do ácido ou da base. Segundo Arrhenius, ácidos são substâncias que produzem  em solução aquosa íons hidrogênio; analogamente, bases produzem íons hidroxila em solução. Com o advento da teoria de Arrehenius e os avanços das medidas elétricas, foi possível determinar a constante de dissociação da água pura, pela aplicação da lei da ação das massas. Foi Wilhelm Ostwald (1853-1932), em 1893, quem primeiro fez essa determinação, empregando uma célula de concentração.

O pH pode ser determinado usando um medidor de pH (também conhecido como pHmetro – pronuncia-se: peagâmetro) que consiste em um eletrodo acoplado a um potenciômetro. O medidor de pH é um milivoltímetro com uma escala que converte o valor de potencial do eletrodo em unidades de pH. Este tipo de elétrodo é conhecido como eletrodo de vidro, que na verdade, é um eletrodo do tipo "íon seletivo".

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Balanças - Massa do objeto multiplicada pela aceleração da gravidade...

Tem-se como certo, que as balanças tiveram origem na antiga civilização egípcia, em torno de 5000 a.C. Desde então, desenvolveram-se tipos cada vez mais aperfeiçoados, até as mais modernas balanças eletrônicas. Algumas hoje são “atômicas” e pesam, até o próprio “ar”.

Balança é um aparelho destinado a medir a massa dos corpos. O que costumamos chamar de “peso” é, na verdade, a massa do objeto multiplicada pela aceleração da gravidade. Por isso, toda balança tem que ser ajustada (“calibrada”) no local onde irá funcionar, pois, a altitude do local irá afetar o resultado da pesagem. Exemplo: uma balança calibrada em São Paulo e levada para Santos indicará um peso maior, na mesma massa, quando pesada em Santos, pois, a “coluna de ar” sobre a massa, em Santos, será sempre maior que a “coluna de ar” sobre a massa que está na balança em São Paulo, que terá 700 metros menos, que a “coluna de ar”, ao nível do mar!


Alguns dos tipos de balanças de alta precisão, realizam medições de 0,1 miligrama (balanças para aplicações científicas) e alguns modelos em microgramas (um micrograma = 10-6g ou 0,000001g). Em geral, são balanças utilizadas em laboratórios e, também, são protegidas da umidade e, ou deslocamentos de ar que podem afetar a medida da massa, por uma estrutura tipo caixa feita de vidros, ou acrílico, isolando o material a ser pesado. A essa estrutura dá-se o nome da “capela”. (Foto ao lado)

Algumas divisões clássicas das balanças são; balanças de laboratório, balanças industriais e balanças comerciais. Estas últimas, são as balanças mais percebidas pelos consumidores, pois estão envolvidas em, quase, todas as transações de compra e venda. Desde o simples pãozinho (dependendo da região, os pães são vendidos por unidade) e as famosas “100 gramas de mortadela”, até o ouro e as pedras preciosas, medidas em quilates.

Na área industrial, as balanças são aplicadas tanto nos laboratórios de pesquisa, qualidade, desenvolvimento, etc. Até no chão de fábrica, funcionando como o principal instrumento de medição do volume produzido. Seja através da pesagem pura e simples, tal como nos frigoríficos, fabricação de doces e biscoitos, pesagem de minério, seja na conversão da massa (pesagem) para contagem, uma configuração muito freqüente nas indústrias de um modo geral. Exemplos: contagem de peças (parafusos), clipes para papel, etc. aumentando a velocidade dos processos de produção, escoando-a mais rapidamente, graças às Balanças industriais que oferecem uma configuração mais abrangente que apenas a pesagem, ou medição da massa, agregando as opções de: contagem de peças, classificadora, densidade de líquido, determinação de peso específico, gramatura de papel, percentual absoluto e relativo e pesagem de animais vivos, esta última aplicação, utilizando dispositivos que permitem desprezar os efeitos dos movimentos de um animal sobre o prato da balança, indicando o peso exato do mesmo.

Não perca nos próximos posts a continuação...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Metrologia


A cada dia que passa, a metrologia torna-se mais e mais importante para o sucesso das organizações e a satisfação dos clientes.

Parte integrante dos setores de Qualidade das empresas (principalmente industriais) a metrologia se materializa nos inúmeros laboratórios metrológicos, certificados ISO 17025, para calibrar e certificar massa (peso),

A Metrologia, palavra de origem grega (metron: medida; logos: ciência) é a ciência das medições, abrangendo todos os aspectos teóricos e práticos que asseguram a precisão exigida nos processos produtivos. Uma das principais aplicações da metrologia é controlar e disciplinar os processos produtivos.

O primeiro padrão conhecido, o “cúbito real” surgiu no Egito, o e tinha como referência a medida da mão estendida e o antebraço do  faraó Khufu, durante a construção da Grande Pirâmide em sua homenagem (ano 2900 AC) Em 1875 ocorreu a Convenção Internacional do Metro em Paris (França) curiosamente, entre esses dois eventos que, de certa forma, demarcam o surgimento da metrologia, decorreram 4775 anos ou, quase 48 séculos.

Não perca nos próximos posts a continuação...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cuidados Técnicos - e Legais - ao escolher suas Balanças!


Embora o ser humano utilize instrumentos de pesagem há muito tempo (remontam ao antigo Egito - 2000 AC – imagens de pesagem de cereais  ainda hoje, mais de 4000 anos depois, é possível perceber que boa parte das empresas no Brasil deixa de explorar adequadamente a tecnologia de pesagem disponível para, através das balanças, aumentar a eficiência de seus processos, reduzir perdas, melhorar a produtividade, diminuir custos, melhorar o controle de produção, etc.


É comum ao visitarmos empresas, perceber balanças mal instaladas, fora de nível, funcionando em locais onde há vibração ou correntes de ar todos fatores que podem alterar o resultado das pesagens. Ou, ainda, balanças não calibradas ou mal calibradas, falta de Peso Padrão adequado para fazer a calibração e ajustes adequadas na(s) Balanças, etc.

Finalmente, é surpreendente encontrar uma quantidade grande de balanças cujos modelos não foram homologados pelo Inmetro. Balanças, portanto, clandestinas. Produzidas, na maior parte das vezes por empresas não qualificadas nem estruturadas para fabricar balanças. Logo, não autorizadas a fazê-lo. É algo parecido como possuir um automóvel que não pode ser lacrado pelo Detran, ou seja, sujeita o proprietário as sanções previstas em lei.

Quem autua uma empresa que trabalha com uma balança de modelo não homologado pelo Inmetro é o IPEN. Instituto Nacional de Pesos e Medidas que fiscaliza as empresas usuárias de balanças, ou  com balanças embutidas, bombas de combustível, enfim organizações varejistas ou industriais que façam transações comerciais com seus produtos medidos em peso, volume (litros, etc)

Contudo, para um modelo ser homologado não basta apenas atender uma mera formalidade burocrática. Trata-se de cumprir um (longo) processo junto ao Inmetro que vai desde a apresentação de um projeto do equipamento que cumpra as regras e regulamentos da entidade e responda aos testes técnicos do equipamento, efetuados nos laboratórios especializados do INMETRO instituição federal responsável pela metrologia legal do país e a quem se subordinam todas as organizações industriais legitimamente credenciadas a operar em nosso país, seja nacional, seja internacionalmente.

Acompanhem novos posts sobre o tema...

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tratamento de Água - ETA / ETE


O Brasil possui, não apenas, a maior reserva de água doce do mundo, mas também, sofisticadas estruturas de saneamento que fazem a captação, tratamento, armazenamento, e distribuição dessa água, para atender a demanda da população, seja para as necessidades mais básicas como matar a sede e cuidar da higiene das pessoas a cada dia, seja para servir a estrutura de saúde pública, ou a diversão nas piscinas e, claro, também abastecer o importante parque industrial que dela depende para realizar, praticamente, todos os processos de fabricação desde alimentos, produtos para higiene e saúde, serviços de saúde, tudo enfim. Precisando estar a água presente, em quantidade e com qualidade, em toda e qualquer indústria, seja de que ramo for.

  Agrupando e integrando os principais equipamentos para executar as análises de água exigidas pela legislação, o Digiquali atua em perfeita sintonia com o processo de tratamento da água, já que funciona em linha (on line) facilitando a monitoração da qualidade da água em tempo real e permitindo a execução das correções necessárias para a obtenção da máxima qualidade da água, sejam quais forem as variações que venham a ocorrer, ao longo do tempo, no dia a dia da operação, durante 24 horas por dia, sete dias por semana, requerendo um mínimo de atenção na operação.

Construído em aço inox, o Digiquali não sofre qualquer desgaste na operação, exposto à intempérie. Controlado e operado através de um sistema IHM (Interface Homem Máquina) o equipamento pode estar instalado a uma distância de, até a 2 Km da Central de controle.


Mais informações no site: http://www.digimed.ind.br/

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Tecnologia e Qualidade!!!


Com 30 anos de tradição, a Digimed é líder no desenvolvimento e fabricação em Instrumentação Analítica. Fornece soluções inteligentes para as diversas especialidades da Engenharia, Automação e Controle. Possui a certificação ISO 9001 e seus produtos têm a marcação CE. Sua sede própria com 10000 m2, foi projetada segundo os padrões internacionais. Composta de unidades alinhadas estrategicamente, a Digimed prima pelo comprometimento para que a solução proposta para cada cliente seja completa, eficaz e confiável.
Os produtos e serviços da Digimed atendem, dentre outros, aos segmentos de Papel e Celulose, Mineração, Metalurgia, Química, Petroquímica, Farmacêutica, Cosméticos, Alimentos, Bebidas e Saneamento.